Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011

São três horas necessárias, mais coisa menos coisa, para compreender com algum detalhe o como e porquês de um dos nossos futuros possíveis. Infelizmente, um dos mais prováveis.

Claro que existe a liberdade de não concordar com o que lá é dito, mas ignorá-lo ao ponto de não o ver pode ser pago com a falta de preparação pessoal e os riscos que isso acarreta. Deixo-vos aqui a treila. O filme esse, está legendado em Português (carregar no botão CC) e encontra-se aqui.

Nota: O modelo de cidade apresentado foi claramente "gamado" a Ebenezer Howard, que o criou em 1898, e que provou ter alguns problemas, mas isso não significa que não possa ou deva ser reequacionado.



publicado por fblourido às 10:32 | link do post | comentar

6 comentários:
De Cais das Colinas a 1 de Fevereiro de 2011 às 11:28
be afraid, be very afraid


De fblourido a 1 de Fevereiro de 2011 às 11:32
Prefiro a opção:
Be prepared, be well prepared. In a land of blind men, who has an eye is king. ;)


De Cais das Colinas a 1 de Fevereiro de 2011 às 11:52
Acabamos sempre de volta ao Matrix.
Nas nossas sociedades, o que é de facto a nossa vida e o que é ficção?


De fblourido a 1 de Fevereiro de 2011 às 12:18
A tua pergunta, apesar de sintáticamente válida, não o é em termos semânticos. Não é o conhecimento da verdade última que é importante neste momento mas sim o conhecimento das várias verdades existentes, ou se quiseres, das várias versões de verdade. É isso que nos prepara para todas elas. A verdade última, essa, virá ao de cima como o azeite quer tu a conheças quer não.
Para além disso, o filme indica-nos como temos que alterar o modus operandi da vida quotidiana de cada um. Todas as nossas acções, desde aquilo que comemos, àquilo que vestimos ou compramos, devem, na minha opinião, ser equacionadas sob um ponto de vista que não tem sido o mais comum entre nós e que urge alterar. Levanta ainda várias questões pertinentes, não só sobre a questão do peak-oil, mas também sobre o possível fim da economia do consumo e a necessidade da criação de um novo paradigma económico, quiçá uma economia do conhecimento/ensino, digo eu.


De Cais das Colinas a 1 de Fevereiro de 2011 às 12:48
É que eu ainda não vi o filme, pá; só a treila.
Imagino que no fim a mensagem também passe pelo "Think globaly, act localy" de que meio mundo anda a falar há uns tempos mas dá-me tempo para ver e digerir o filme...


De fblourido a 1 de Fevereiro de 2011 às 13:01
Confesso que ainda não o vi. Ouvi-o enquanto trabalhava pois trata-se de um documentário, lançando alguns olhares quando me interessava mais. Mas quero vê-lo pois pareceu-me estar relativamente bem feito.


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