Segunda-feira, 15.03.10

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Capítulo I - Princípios Fundamentais

Artigo 1º

(Finalidades)

1. O Partido Social Democrata (PPD/PSD) tem por finalidade a promoção e defesa, de acordo com o Programa do Partido, da democracia política, social, económica e cultural, inspirada nos valores do Estado de Direito e nos princípios e na experiência da Social-Democracia, conducentes à libertação integral do homem.

2. O Partido Social Democrata concorrerá, em liberdade e igualdade com os demais partidos democráticos, dentro do pluralismo ideológico e da observância da Constituição, para a formação e a expressão da vontade política do Povo Português.

3. O Partido prossegue os seus fins com rigorosa e inteira observância das regras democráticas de acção política, repudiando quaisquer processos clandestinos ou violentos  e conquista ou conservação do poder.
4. O Partido não tem carácter confessional.

Artigo 2º

(Democraticidade Interna)

A organização e prática do Partido são democráticas, assentando em:

a) Liberdade de discussão e reconhecimento do pluralismo de opiniões dentro dos órgãos próprios do Partido;

b) Eleição, por voto secreto, dos titulares dos órgãos do Partido e participação nos referendos internos;

c) Respeito de todos pelas decisões da maioria, tomadas segundo os presentes Estatutos.

"

in ESTATUTOS DO PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA Aprovados XXVIII Congresso - 17 e 18 de Março de 2006, destaques meus.



publicado por fblourido às 15:33 | link do post | comentar | ver comentários (4)

Segunda-feira, 30.11.09

Inspirador.

 

 



publicado por fblourido às 18:16 | link do post | comentar | ver comentários (4)

Quarta-feira, 25.11.09

 

Foto rapinada aqui

 

Para quem não conhece em pormenor o que aconteceu a 25 de Novembro de 1975, excelente artigo a ler.

"Foram 20 dias alucinantes. O Governo mandou bombardear a Rádio Renascença. Os trabalhadores da construção civil sequestraram o Governo e a Assembleia. O Governo entrou em greve. Os líderes do PS, PSD e CDS fugiram para o Porto, porque ia ser criada a Comuna de Lisboa independente. Os pára-quedistas ocuparam as bases da Força Aérea. A guerra civil ia começar. A reconstituição hoje possível do 25 de Novembro de 1975, a partir de entrevistas com os principais intervenientes e dos livros que, para deixarem o seu testemunho para a História, alguns deles têm publicado." Por Paulo Moura in Público online



publicado por fblourido às 17:44 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Segunda-feira, 09.11.09



publicado por zeduviana às 16:44 | link do post | comentar

Quinta-feira, 22.10.09

 

 

Saí do escritório para comer qualquer coisa, era uma e picos. Dirijo-me ao Multibanco que existe em frente à Confeitaria Ferreira e deparo-me com uma cena surreal. Um homem fardado de PSP, dirigia-se a duas jovens aos berros, empurrando uma delas (com um terço do tamanho dele), e vociferando na direcção da outra: "... Mas tu pensas que estás a falar com quem? Olha que vais presa e depois explicas-te ao Juiz..." Em redor, para além do colega, mais calmo mas conivente com a atitude, juntavam-se pessoas a assistir à cena. As pessoas na confeitaria, as pessoas que aguardavam na estação de metro, que saiam do banco, da farmácia, ninguém se atreveu a dizer nada. Nem sequer se aproximavam, como é normal acontecer nestas situações. Era como se existisse uma barreira invisível. Não podia acreditar. Aceno negativamente com a cabeça e o exaltado agente repara. Fui então almoçar, na esperança de que a situação se resolvesse pelo melhor, com a ideia de depois chamar a atenção ao agente. Quando saí ambos os agentes se encontravam, praticamente, no mesmo sítio à conversa com um senhor da Prosegur, com ar de quem está de muito bom humor. Dirijo-me ao agente, já mais calmo, dizendo: - Boa tarde. Não podia deixar de vir aqui, uma vez que já não estão aqui as pessoas com quem estava a falar à pouco, dizer-lhe que achei lamentável a forma como procedeu. Não se fala assim às pessoas.

- Não estou a perceber... Não estou a perceber. - respondeu o agente.

- Não compreende o que lhe estou a dizer? - perguntei

- Não.

- Estou a dizer-lhe que acho lamentável a forma como o senhor se dirigiu àquelas pessoas. Não se fala assim às pessoas. - ao que o agente retorquiu

- Mas o senhor não assistiu nem a metade.

- Isso não me interessa, você não pode falar assim com as pessoas, perde a razão.

- Você sabe com quem está a falar? Está a falar com um agente da autoridade. - afirmou ele

- E? Estou a faltar-lhe ao respeito?

- Está!

Aceno negativamente e solto um : - Ahhhh. Isso é que não estou!

- Ah, então se é assim pode seguir o seu caminho. Eu não o chamei aqui e não lhe devo satisfações, nem falo com pessoas que não sei quem são.

- Eu não o chamei aqui?! Pode seguir o seu caminho?! Mas o que é isso? O meu nome é Francisco Lourido.

Entretanto o colega mete-se na conversa, para sossegar os ânimos, e o agente 'simpático' cala-se.

- Então mas ... - ele disse qualquer coisa mas eu já nem o ouvi - Oiça o seu colega procedeu mal, não se fala assim com as pessoas. E, o senhor foi conivente com ele. - silêncio - Acho lamentável. Acho lamentável. É vergonhoso. - e virei costas.

Ainda ouvi , em tom mais baixo só para nós os três ouvirmos, aquilo que penso ter sido um insulto à minha pessoa, mas não sei precisar qual. Custa-me ter que dar razão à Mó que se está sempre a referir às quesões de abuso de autoridade e eu tento que ela veja melhorias. Tenho que dar a mão à palmatória. Pensava que as coisas estavam em patamares mais civilizados. Estou a ponderar se vale a pena o trabalho que me vai dar, e o tempo que vou perder no processo, ao apresentar queixa.

É assim, mais um dia em Matosinhos city.

 

 



publicado por fblourido às 13:38 | link do post | comentar

Sexta-feira, 09.10.09

Lido hoje no Público: 'Manuela Ferreira Leite considera inaceitável que "autarcas invoquem a sua ligação aos governos"'.

A questão é: E o oposto como é defendido por Alberto João Jardim, é já aceitável?

 

 



publicado por fblourido às 09:39 | link do post | comentar

Mas ninguém investiga e processa estas pessoas, nomeadamente e principalmente o Sr. Alberto João Jardim por abuso de autoridade? Desde quando é que ele tem poder para dar ordens directas à P.S.P.?

 

Perdoem a banda sonora.

 

 



publicado por fblourido às 09:12 | link do post | comentar

Quinta-feira, 08.10.09

Pois é, preferia que este segundo post fosse sobre outra coisa que não política. Assim não aconteceu.

Quem me conhece sabe que acima de tudo gosto de ser justo e imparcial em questões de ética e moral, por muito que isso me possa custar, e sabe também que as palavras seguintes não me serão fáceis de escrever, mas estou como o outro: "sou forçado".

Algo vai mal na Democracia de um país quando os candidatos, a qualquer tipo de eleições, necessitam recorrer a estratagemas dúbios ou desonestos para amealhar votos.  Tudo parece "normal" falando de outros políticos, mas quando falamos de Elisa Ferreira ou António Costa, pelo menos no meu caso, não me ocorreria associá-los a tal.

Falo do descuido (prefiro pensar que foi um descuido) de António Costa em oferecer as bicicletas aos militantes que com ele percorreram a nova ciclovia junto ao Tejo. Por muito bem intencionado que possa ter sido António Costa (concerteza estaria preocupado com a saúde dos seus apoiantes) não pode, acima de tudo, dar este tipo de exemplo e, para além disso, pretexto para repreensões ou chamadas de atenção por parte dos seus opositores. Ou seja, basicamente, perde-se a razão quando se considera um candidato opositor populista e depois se desata a oferecer bicicletas aos eleitores.

Já relativamente a Elisa Ferreira, não me surpreende tanto a inabilidade para fazer campanha, mas continua-me a surpreender o populismo, que não deve ser a marca, na minha opinião, do PS. Não se pode fazer campanha à câmara da segunda maior cidade do País e ter como uma das principais propostas oferecer tripas aos visitantes. Não se pode ir fazer campanha para o bairro do Aleixo e dizer que aquelas pessoas estão ali bem, aproveitando-se do facto de elas próprias poderem pensar que sim, porque simplesmente não estão e não irão estar enquanto permanecerem guetizadas e estigmatizadas. Não se pode ter apoiantes que dizem para as câmaras de televisão, como que falando em nosso nome, que o dinheiro de actividades que promovem a cidade por esse mundo fora devia, alternativamente, ser dado aos pobres; visão míope de quem não sabe o que é a concorrência que existe entre as principais cidades do mundo, nos dias que correm, para quem as palavras marketing urbano não têm qualquer significado.

Não me revejo neste tipo de campanha e espero que não repitam s.f.f.. Obrigado.



publicado por fblourido às 10:06 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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